domingo, 3 de janeiro de 2010

"Pra que sonhar, a vida é tão desconhecida e mágica que dorme às vezes do teu lado calada.
Pra que buscar o paraíso se até o poeta fecha o livro, sente o perfume de uma flor no lixo e fuxica.
Tantas histórias de um grande amor perdido, terras perdidas, precipícios. Faz sacrifícios, imola mil virgens, uma por uma, milhares de dias.
Ao mesmo Deus que ensina a prazo, ao mais esperto e ao mais otário, que o amor na prática é sempre ao contrário.
Ah, pra que chorar, a vida é bela e cruel, despida, tão desprevenida e exata que um dia acaba"
( Cazuza )

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